sábado, 13 de janeiro de 2018

Guerras: Ocidente versus Oriente

Voltaire Schilling

Os gregos recorriam a uma lenda para explicar as guerras travadas entre eles e os povos orientais. Tudo começara com o Mito do Rapto de Europa, a história do sequestro de uma princesa grega cometido pelos navegadores-comerciantes fenícios , seguido de uma  desforra, o seqüestro de Europa, uma princesa fenícia que estava a banhar-se no litoral da cidade de Tiro, o Líbano de hoje.

O rapto de Helena (1530 - 39), por Francesco Primaticcio
Foto: Wikimedia / Reprodução

Desde então, por 3 mil anos seguidos, Ocidente e Oriente, se bem que com longos intervalos, não pararam de travar guerras entre si. O Oriente deixou de ser uma ameaça por volta do século 17, quando o Império Otomano começou sua lenta decadência, cabendo então ao Ocidente a maioria das ações militares agressivas que o levaram a subjugar e a colonizar o Oriente.

Tempos Mitológicos 
A princesa argiva Io, que deu seu nome aos gregos jônicos, fora raptada por mercadores fenícios. Em represália, logo a seguir, é o próprio Zeus na forma de um belo touro branco, quem sequestra a princesa fenícia chamada Europa. Começaram assim os desentendimento entre os dois hemisférios.

Guerra de Troia (século XII a.C.) 
O rapto de Helena por Páris, príncipe de Tróia, obriga os guerreiros gregos liderados por Agamenon a ir a guerra para resgatá-la. Durante dez anos os gregos cercam a grande cidade até que a conquistam por meio de um estratagema (o cavalo de madeira engendrado por Ulisses).

Guerras Persas e a campanha de Alexandre (490 - 330 a.C.) 
Os reis persas, depois de submeterem a Grécia Jônia, marcham para o continente europeu para dominar as cidades-Estado gregas. Atenas , aliada a Esparta, resiste. Vencem os persas em terra e no mar (Salamina e Platéias). Alexandre, o Grande, lança-se na conquista do Império Acmênida, atingindo até a Índia, helenizando a Ásia Menor e o Egito.

Guerras Púnicas (264 - 46 a.C.) 
Confronto titânico entre as duas grandes potências do Mediterrâneo da Antiguidade, Roma e Cartago, uma ex-colônia da Fenícia. A guerra se estendeu por século e meio, da Sicília, Norte da África, até a Ibéria, dominada pelos cartagineses. A vitória de Cipião sobre Aníbal Barca em Zama, faz com que os romanos destruam Cartago e denominem o Mediterrâneo como Mare Nostrum.

Invasão Moura da Ibéria (711 - 1221) 
Explorando as divisões do reino Visigodo, instalado na Espanha,   os mouros tomam de assalto as costas da Ibéria,   expandindo-se depois até a França, onde as tropas do emir el-Rahman são derrotadas pelos francos de Carlos Martel em Poitiers, na batalha de Tours ( 732). A ocupação dos mouros da Espanha estende-se por 700 anos,  até a rendição e expulsão deles após a tomada de Granada, em 1492, obtida pelos reis católicos Fernando e Isabel.

As Cruzadas (1099 - 1291) 
Atendendo ao chamado do papa Urbano II, feito em 1095, a favor de uma cruzada contra os infiéis, milhares de cavaleiros europeus e gente do povo marcharam em direção à Terra Santa para recuperá-la das mãos ímpias. Jerusalém, que havia caído no controle dos turcos seljúcidas, convertidos ao islamismo, foi tomada de assalto em 1099. Os cruzados, após fundarem o Reino de Jerusalém, ficam na região por quase dois séculos, até serem expulsos em 1291, quando perdem definitivamente o controle da cidade do Acre.

Invasão Mongol (1239 - 1480) 
Vindas das estepes orientais, as hordas mongóis lideradas por Batu Cã, neto de Gengis Cã, tomam Kiev e dirigem-se para a Galícia, a Polônia e a Hungria. Os príncipes russos assumem posição subalterna na Zolotoy Orde, o Canado da Horda de Ouro (subdividido em 1480), situação que se prolonga até 1555, Quando o Canado de Kazan é derrotado pelo czar Ivan IV, o Terrível.

Invasão e Ocupação Turca (1453 - 1913) 
Turcos Otomanos conquistam Constantinopla, após terem avançado sobre os reinos balcânicos, subtendo a Albânia, a Bósnia e parte da Sérvia. Alcançam Viena, posta a sitio em 1683, mas são derrotados e refluem para os Balcãs, de onde somente recuam nas vésperas de 1914, quando são expulsos por uma coligação dos reinos balcânicos (Sérvia e Bulgária).

A conquista da Ásia (1498 - 1857) 
Desde a viagem de Vasco da Gama a Calicute na Índia (1498), mercadores e navegantes europeus (portugueses, espanhóis, holandeses e ingleses) lançam-se em direção ao Oriente ocupando feitorias na Índia (Calicute e Calcutá), na Indonésia (Java e Timor), China (Hong Kong) e Japão. Em grande parte tal expansão foi uma reação à queda de Constantinopla, ocorrida em 1453, estimulando um novo tipo de cruzada contra o Islã: uma cruzada comercial.

A conquista do Magreb e do Egito (1830 - 1882) 
No século 19, as potências colonialistas europeias (franceses, espanhóis, italianos e ingleses), ocupam o Norte da África, desde o Marrocos até o Egito, estendendo-se até o Sudão. Retiram-se somente depois da Segunda Guerra Mundial.

Guerra do Ópio (1839 - 1842) 
Guerra movida pelos traficantes de ópio ingleses contra o Império da China, levando-o, graças à superioridade tecnológica, à capitulação. Foi o início de uma série de tratados lesivos que fez da China “a colônia de todas as colônias”, situação da qual ela somente se livrou com a Revolução Maoista de 1949.

Guerra contra os Turcos Otomanos (1914 - 1918) 
As potências coloniais europeias, a Grã-Bretanha e a França derrotam a Sublime Porta Otomana em 1918. Em seguida, pelo tratado secreto de Sykes-Picot, de 1916, dividem entre si as antigas províncias árabes do império otomano. Os ingleses ficam com a Mesopotâmia, a Arábia Saudita, o Adem, a Palestina e a Jordânia, enquanto os franceses fazem da Síria e do Líbano um protetorado.

A revolta contra o Ocidente (1945 - 1975) 
Rebeliões armadas ou manifestações de massa na maioria das colônias africanas e asiáticas opõem-se ao domínio das potências europeias. Movimentos de Libertação Nacional, alternando luta de guerrilhas com atentados, eclodem por todos os lados obrigando as metrópoles ocidentais a concederem a independência (da Índia, da Birmânia, da Malásia, da Indonésia, da Indochina, da Argélia, da Líbia, do Iraque, da Guiné, da Nigéria, do Congo, de Angola e Moçambique, etc...).

As Guerra de Israel (1948-82) 
Fundado em 1948, o Estado de Israel, apoiado pelo Ocidente, particularmente pelos Estados Unidos, travou diversas guerras contra os países vizinhos ( 1948, 1956, 1967, 1973, 1982) e contra os levantes palestinos ( Intifadas). Os Estados Unidos mantém a 7ª frota na região e, circunstancialmente,  desembarcaram tropas no Líbano ( 1982)

A Primeira Guerra do Golfo (1991) 
Apoiados no mais amplo consenso internacional, os Estados Unidos, comandando a Operação Tempestade no Deserto, autorizada pela ONU,  além de bombardearem Bagdá, derrotaram as tropas iraquianas que haviam ocupado o Emirado do Kuwait. Desde então, o pais foi obrigado a aceitar as Zonas de Exclusão Aérea, sobre as quais os aviões de Saddam Hussein, ditador do Iraque, estão proibidos de voar.

As torres gêmeas de NY e a invasão do Afeganistão (11/2001) 
Dezenove sahids (mártires da causa muçulmana) praticam um surpreendente atentado aéreo destruindo as torres gêmeas (World Trade Center) e atacando o Pentágono (Washington DC). Em represália, os EUA e seus aliados da Otan ocupam o Afeganistão e quase que em seguida atacam o Iraque, depondo seu dirigente Saddam Hussein e o executando na forca.

A grande revolta árabe 
Começando na Tunísia, enormes concentrações humanas começaram a depor seus dirigentes autoritários quase que em série (Egito, Líbia, Iêmen e Bahrein). França e Grã-Bretanha atuaram na derrubada do regime de Kadafi. O levante teve seguimento na Síria com milhares de mortos provocados pela guerra civil ainda não concluída.


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

A Capela Positivista de Porto Alegre direção Yuri Victorino



Documentário produzido pela ONG ARQVIVE e dirigido por Yuri Victorino. Foi finalizado em 2006 com financiamento do FUMPROARTE.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

RBH: Novas chamadas de artigos para dossiês temáticos

A Anpuh-Brasil e a Revista Brasileira de História convidam você a mandar uma colaboração inédita, resultante de pesquisa original.

Chamadas de artigos/ Call for papers:

1 - História dos arquivos e da arquivologia (prazo: 22 de janeiro de 2018)

2 - Por escravos e libertos (prazo: 05 de março de 2018)

3 - Rios e sociedades (prazo: 30 de junho de 2018)

4 - Fronteiras amazônicas (prazo: 23 de novembro de 2018)



1- Dossiê: História dos arquivos e da arquivologia

Organização: Renato Pinto Venancio (ECI-UFMG)

As pesquisas sobre a história dos arquivos e da arquivologia são pouco desenvolvidas no Brasil. Há muito ainda a ser explorado. Como se organizavam, na Época Moderna, os arquivos no reino português, principalmente aqueles que também exerciam funções de controle no ultramar? Como se organizavam e se organizam atualmente os arquivos civis e religiosos, locais e regionais? Quais foram os modelos e as adaptações necessárias no processo de constituição do Arquivo Nacional do Brasil? Como ocorreu a formação da arquivologia no Brasil, enquanto área de conhecimento científico e conjunto de procedimentos técnicos de gestão documental? Quais foram as primeiras iniciativas de educação patrimonial em arquivos e quais são seus atuais desafios? Uma história dos serviços arquivísticos e de suas funções (produção, classificação, avaliação, aquisição, conservação, descrição e difusão) é possível? Quais são os riscos atuais de destruição dos arquivos brasileiros? Quais foram e quais são os usos abusivos da microfilmagem e da digitalização? Enfim, quais são os dilemas da arquivologia brasileira no tempo presente?
Este dossiê se propõe a responder essas perguntas. Trata-se, sem dúvida, de um grande desafio. Entretanto, torna-se necessário enfrentá-lo imediatamente, uma vez que as instituições arquivísticas e o patrimônio documental brasileiro estão ameaçados pela não preservação dos documentos nato-digitais ou por uma compreensão equivocada da reformatação digital dos documentos gerados em suportes tradicionais.

Os interessados devem submeter seus manuscritos, resultado de pesquisa histórica original, até o dia 22 de janeiro de 2018 por meio do site http://www.scielo.br/rbh. Os textos devem obedecer rigorosamente as normas para publicação, disponíveis em http://www.scielo.br/revistas/rbh/pinstruc.htm.
A Revista Brasileira de História estimula a que se submetam resenhas de livros com a temática do dossiê, nos mesmos prazo e condições acima.

Authors shall submit their manuscripts, resulting of unpublished historic research, or book reviews, before January 22nd, 2018, through http://www.scielo.br/rbh. Texts shall rigorously respect the publication guidelines available in http://www.scielo.br/revistas/rbh/iinstruc.htm.

Los autores deben someter sus manuscritos, resultantes de investigación histórica original, o reseñas de libros, hasta el 22 de enero de 2018 por el site http://www.scielo.br/rbh. Los textos deben seguir rigurosamente las normas de presentación disponibles en http://www.scielo.br/revistas/rbh/einstruc.htm.



2 - Dossiê: Por escravos e libertos

Organização: Silvia Hunold Lara (Unicamp)

Os estudos sobre a escravidão e a liberdade floresceram nas últimas décadas e há um grande volume de pesquisas sobre o comércio de cativos, as relações entre senhores e escravos, as formas de alforria, a religiosidade, os dilemas do pós-abolição, entre outros temas relevantes. Mas ainda sabemos pouco sobre o que escravos e libertos pensavam a respeito da escravidão e da liberdade e como enfrentavam os desafios que ambas lhes impunham. Como índios, africanos e seus descendentes escravizados e submetidos a outras formas de trabalho compulsório percebiam o mundo em que viviam? A partir de quais valores e ideias agiam para modificar suas vidas e as de seus familiares e companheiros? O que significava ser escravo, forro, aldeado ou administrado? Como agiam os que buscavam a liberdade? Quais os perigos enfrentados quando obtinham a alforria ou passavam a viver como livres? Quais os significados do cativeiro ou da liberdade para eles?
Este dossiê se propõe a enfrentar o desafio de responder a essas perguntas e, ao mesmo tempo, discutir questões teóricas e metodológicas envolvidas na abordagem da história da escravidão e da liberdade no Brasil do ponto de vista dos escravos e dos libertos.

Os interessados devem submeter seus manuscritos, resultado de pesquisa histórica original, até o dia 05 de março de 2018 por meio do site http://www.scielo.br/rbh. Os textos devem obedecer rigorosamente as normas para publicação, disponíveis em http://www.scielo.br/revistas/rbh/pinstruc.htm.
A Revista Brasileira de História estimula a que se submetam resenhas de livros com a temática do dossiê nos mesmos prazo e condições acima.

Authors shall submit their manuscripts, resulting of unpublished historic research, or book reviews, before March 5th, 2018, through http://www.scielo.br/rbh. Texts shall rigorously respect the publication guidelines available in http://www.scielo.br/revistas/rbh/iinstruc.htm.

Los autores deben someter sus manuscritos, resultantes de investigación histórica original, o reseñas de libros, hasta el 5 de marzo de 2018 por el site http://www.scielo.br/rbh. Los textos deben seguir rigurosamente las normas de presentación disponibles en http://www.scielo.br/revistas/rbh/einstruc.htm.



3 - Dossiê: Rios e sociedades

Organização: José Augusto Pádua (UFRJ) e Rafael Chambouleyron (UFPA)

O território brasileiro veio sendo construído em um espaço marcado por enormes e complexas redes de milhares de rios agrupados em doze grandes bacias hidrográficas. A vida social aqui existente, em toda a sua diversidade geográfica, econômica e cultural, interagiu de maneira acentuada com esse movimento incessante das águas, seja em termos de mobilidade, de processos de territorialização, de práticas culturais ou de dinâmicas de exploração econômica. Os rios também estiveram muito presentes nos conflitos armados e nas disputas por domínio político, assim como na própria construção objetiva do estado nacional e de suas instituições.
Amazonas, São Francisco, Paraná e Tietê, entre tantos outros rios, se tornaram ícones no imaginário do Brasil.  A interação com os rios, que já era essencial para as sociedades indígenas, tornou-se um aspecto muitas vezes inescapável da vida concreta das sociedades na América portuguesa e no Brasil enquanto país, inclusive nos espaços litorâneos.  Mas quanto de fato os historiadores se debruçaram sobre a história das intricadas relações entre rios e populações na história do Brasil?  Talvez, uma historiografia muito centrada no litoral e na sua oposição ao sertão, como matriz fundante de uma ideia de nação (notadamente, a partir de finais do século XIX), tenha subestimado essa temática. O objetivo deste dossiê é o de apresentar pesquisas inéditas sobre a presença  dos rios na história do Brasil. Aceitam-se trabalhos que abordem quaisquer aspectos das interações históricas entre rios e sociedades,  sejam ambientais, socioeconômicos, culturais etc.  Desejamos assim incentivar um debate mais profundo e complexo sobre o papel das dinâmicas fluviais na compreensão do passado.
Apesar de centrar-se no caso brasileiro, o dossiê também aceitará contribuições que abordem outros contextos geográficos.

Os interessados devem submeter seus manuscritos, resultado de pesquisa histórica original, até o dia 29 de junho de 2018 por meio do site http://www.scielo.br/rbh. Os textos devem obedecer rigorosamente as normas para publicação, disponíveis em http://www.scielo.br/revistas/rbh/pinstruc.htm.
A Revista Brasileira de História estimula a que se submetam resenhas de livros com a temática do dossiê nos mesmos prazo e condições acima.

Authors shall submit their manuscripts, resulting of unpublished historic research, or book reviews, before June 29th, 2018, through http://www.scielo.br/rbh. Texts shall rigorously respect the publication guidelines available in http://www.scielo.br/revistas/rbh/iinstruc.htm.

Los autores deben someter sus manuscritos, resultantes de investigación histórica original, o reseñas de libros, hasta el 29 de Junio de 2018 por el site http://www.scielo.br/rbh. Los textos deben seguir rigurosamente las normas de presentación disponibles en http://www.scielo.br/revistas/rbh/einstruc.htm.



4 - Dossiê: Fronteiras Amazônicas

Organização: Gabriel Becerra (Universidad Nacional de Colombia) e Sidney Lobato (Unifap)

A Amazônia é uma região cuja área abrange vários países da América do Sul e abriga diferentes territorialidades e modos de vida. Sua história foi marcada por conflitos, incompreensões e negociações em torno do uso e do significado da terra. Experiências protagonizadas por colonizadores europeus, povos indígenas, quilombolas, migrantes, grandes projetos de exploração agro-mineral e outros, que conformaram fronteiras cada vez mais estudadas pelos historiadores. O objetivo deste dossiê é, portanto, reunir estudos sobre experiências fronteiriças amazônicas (adstritas ou não aos marcos delimitadores dos territórios nacionais) para possibilitar o alargamento de nossa compreensão das várias formas de construção social do espaço existentes na Amazônia ao longo do tempo.

Os interessados devem submeter seus manuscritos, resultado de pesquisa histórica original, até o dia 23 de novembro de 2018 por meio do site http://www.scielo.br/rbh. Os textos devem obedecer rigorosamente as normas para publicação, disponíveis em http://www.scielo.br/revistas/rbh/pinstruc.htm.
A Revista Brasileira de História estimula a que se submetam resenhas de livros com a temática do dossiê nos mesmos prazo e condições acima.

Authors shall submit their manuscripts, resulting of unpublished historic research, or book reviews, before November 23rd, 2018, through http://www.scielo.br/rbh. Texts shall rigorously respect the publication guidelines available in http://www.scielo.br/revistas/rbh/iinstruc.htm.

Los autores deben someter sus manuscritos, resultantes de investigación histórica original, o reseñas de libros, hasta el 23 de Noviembre de 2018 por el site http://www.scielo.br/rbh. Los textos deben seguir rigurosamente las normas de presentación disponibles en http://www.scielo.br/revistas/rbh/einstruc.htm., seguindo as orientações gerais e as normas de formatação.

#Fatos Históricos - Edição 9


domingo, 7 de janeiro de 2018

Fotos Históricas de Porto Alegre

Encontramos  no  Youtube  uma  série  de  vídeos com  fotos  históricas da  capital do  Rio  Grande  do Sul.  Acervo  raro  e  disponibilizado pelo Canal  Arquivo B - Betinho.  Nós  do  Falando  de  História  saudamos  esta  iniciativa.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte  6

Parte  7

Parte 8